sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Só para que conste

A única parte mais interessante quando a nossa melhor amiga se muda para a Suiça por causa de um estágio é quando ela vem cá de férias e nos traz isto de presente de Natal:
Meus amigos, eu nem sequer gosto de chocaltes com amêndoas e só posso dizer que isto é a melhor coisinha que já provei na vida, em termos de chocolates. :P Já disse à T. que é uma menina muito má que me oferece estas coisas tão viciantes. E ela responde que não se importa nada de ser uma menina má, desde que eu fique feliz com o presente. Oh, saudades, tuas! :P Se não fosse estar tão feliz por ti e por isso te estar tudo a correr tão bem, perguntava-te já "quando é que voltas???" :P A vida sem os nossos jantares à 5ª feira já não é a mesma coisa. ;)

A todos os restantes leitores, só posso desejar um muito feliz ano novo. ;) Inteirinho. Que assim é que é bom. :) E eu vou voltar aos meus chocolatinhos. ;)
:)

domingo, 5 de dezembro de 2010

"Querido Pai Natal..." 2

Entretanto lembrei-me de que o meu querido e adorado perfume está a acabar outra vez. Eternety Moment, da Calvin Klein. Só para ninguém se queixar de que eu não dou grandes opções. ;)


Querido Pai Natal...

Que é também, como quem diz, querida familia e amigos, ou aqueles de , de vós, se questionem o que me hão de oferecer pelo Natal.

Este ano, inspirada pela felicidade do vizinho de cima (novo prédio. novos vizinhos. calma...) cuja mãe lhe pergunta frequentemente se já escreveu a carta ao Pai Natal (e eu oiço. oh, pois oiço...), decidi publicar aqui a minha lista de ideias de presente, para inspirar quem se sinta com desejo de me oferecer alguma coisa.

Como não há forma propriamente elegante de sugerir presentes, segue-se a lista, e vamos todos fingir que tudo isto se processa com grande naturalidade, hum?

Da livraria (por ordem de preferencia):

-"O décimo terceiro conto", de Diane Setterfield, pela Editoria Presença;

-"Um dia", de David Nicholls, pela Civilização editora;

-"O dia que faltava", de Fabio Volo, também da Editorial Presença;

-"O décimo Dom", de Jane Johnson, uma vez mais da Editorial Presença;

-"A rapariga dos pés de Vidro", de Ali Shaw, da Guerra e Paz.

Para ouvir:

-"Bare Bones", de Bryan Adams;

-"{Bi.on.ic}", de Christina Aguilera.

Para ver, toda contente:

-"Toy Story 3", da Pixar (sim, eu sei. Eu sou uma criancinha... O que se há-de fazer, se os filmes animados me fazem sentir tão feliz?)

E pronto! Já me parece bastante. Ainda pensei deixar aqui um par de imagens, daqueles sapatinhos e botas que ando a namorar há um tempo, mas acho melhor ficar quieta, porque esta minha paixão dos sapatos é uma questão que ainda tem que ser gerida (e muito bem gerida!) no inteiror (e exterior...) do meu roupeiro. (e, quem fala em sapatos, fala em tudo o resto, que este ano há coisas tão giras nas lojas, se bem que a verdade é que não estou mesmo a precisar de nada.) Portanto, querido Pai Natal, são estas as minhas sugestões, este ano. :) Claro que qualquer outra prenda será igualmente benvinda. E, se me lembrar de qualquer outra coisa, ainda faço aqui uma adenda. ;)

Beijinhos, de uma menina bem comportada.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Neuronio palerma

Concluo que há em mim uma pequena fashionista reprimida. E não, não é por ser o terceiro post seguido de alguma forma ligado a moda. É mesmo porque me apercebi de que, nos últimos dias, em que estive em casa, sozinha e doente, dei por mim a escolher um pijama que ficasse bem com a cor actual do meu verniz de unhas. É... há em mim estranhas prioridades e instintos...

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Portuguesating

Alguém me explica quando foi que sapatos de salto alto passaram a ser "pumps", casacos de malha passaram a ser "cardigans", calças de ganga passaram a ser "jeans" e (a que mais me irrita de todas) um conjunto (de roupa) passou a ser um "coordenado"??? Pelamordedeus!...

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Ora a ver se a gente se entende...

Ora bem, de uma vez por todas: uma coisa são CALÇAS. Uma outra são TREGGINGS. Por sua vez, existem os LEGGINGS. E, finalmente, há collants. E eu sei que a coisa, à primeira vista, parece toda muito parecida e tudo serve para vestir as pernas, mas por favor, vamos lá ver se a gente se entende: Calças são calças. Leggings e familia são leggings e familia.
Calças são feitas de tecido consistente, são resistentes, são usadas com camisolas do tamanho que se quiser, embora o bom senso indique que umas fiquem melhor do que outras e que não seja suposto ver-se uma tira de barriga entre ambas (mas não é isso que importa aqui agora). O relevante aqui é que calças são efectivamente uma peça de vestuario. Por sua vez, treggings, leggings e colants SÃO ACESSÓRIOS. Por amor de Deus, parem de os usar como se fossem calças. É uma questão de dignidade humana. Antes que alguém se indigne: treggings são leggings a fingir que são calças (mas são leggings na mesma); por sua vez, leggings são colants sem pé (mas ainda são colants) e colants são colants, não há grandes discussões neste ponto. Posto isto: sairiam realmente de casa apenas de colants vestidos e uma t-shirt curta? Não, pois não? Optimo. E leggings, sairiam de casa com eles e uma t-shirt curta? Saíam?? Errado. A não ser que eles fossem opacos o suficiente para não termos que lhe estar a ver a roupa interior à transparencia E a t-shirt que os acompanhasse fosse suficientemente comprida para evitar a exacta mesma coisa. (Ah, mas isso não é uma t-shirt; é um vestido curto, reclamam as adeptas. É verdade. É exactamente isso. Não é uma t-shirt, é um vestido curto. Da exacta mesma forma que leggings não são calças, são colants sem pé.)
Em suma: se querem mesmo usar leggings, usem-nos com o mesmo bom senso e as mesmas regras com que usam colants. Por outro lado, se vão escolher uns suficientemente opacos para manter a vossa dignidade intacta (e privacidade, por favor!! há mesmo muitas coisas que eu não preciso de ver!!) e poder usa-los como se fossem calças, então, por favor, usem efectivamente calças. Porque vir para casa de metro e passar coisa de 25 minutos a ver passar um monte de desgraçadas das mais variadas idades e dos mais distintos tipos físicos a usar leggings de toda a forma e feitio sem qualquer tipo de dignidade ou respeito por si próprias (ou sem levar em consideração os traumas futuros que isso vai causar em quem a vir passar naquela figura...), está mesmo, mas MESMO muito errado.